O Papa do fim do mundo – um perfil

O papa dos pobres quer abraçar todo tipo de miséria humana e seus sofredores. Ele fala em “periferias existenciais”, e não apenas materiais, ao tentar alcançar os migrantes, os excluídos, os perseguidos, os encarcerados, os povos indígenas e as vítimas de abuso e da destruição do meio ambiente. Já definiu o pensamento dominante como a “cultura do descarte”, que privilegia a busca por um bem-estar individual, e não coletivo. Para que alguns vivam bem, outros precisam viver de restos.

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